(poderá ler os textos clicando nos
títulos a azul)
Esta semana
vale a pena ler o artigo de
Eduardo
Marçal Grilo e
Guilherme d’Oliveira Martins
Escola Pública e Serviço Público de Educação,
(Expresso, 8 de Março de 2008). Neste texto,
publicado no dia da manifestação dos
professores, os autores apresentam um conjunto
de reflexões que importa reter na clarificação
do conceito de serviço público de educação.
Desde logo “o que é mais importante e deve ser
assinalado é que a educação das crianças e dos
adolescentes é primeiramente uma
responsabilidade dos pais e das famílias”. Por
outro lado, “não deve confundir-se escola
pública e serviço público de educação, pois que
este tanto pode ser prestado por instituições
públicas como por instituições privadas”, donde
“o estatuto das escolas e o grau de autonomia de
que gozam devem ser tais que não seja possível
distinguir o que é uma escola pública de uma
escola cooperativa ou de uma instituição
puramente privada”. A este propósito,
vale a pena
reler o texto
O que deve ser a "Rede de serviço público de
educação"?, do “QUÊS E PORQUÊS”
de 25 de Julho de 2006, onde se caracteriza em
traços gerais a rede de serviço público de
educação defendida pelo
Fórum.
Também vale a
pena ler alguns dos artigos
publicados sobre o sistema de avaliação de
professores. Encontra uma breve selecção no
portal do Fórum
www.liberdade-educacao.org, na secção 2 do
Menu DOCUMENTAÇÃO,
Avaliação e Qualidade.
Em jeito de síntese, citamos
António
Barreto (Avaliação, Público, 9 de Março
de 2008): “a persistência de um modelo de
educação integrada, unificada e centralizada é
não só a génese de inúmeras deficiências
actuais, como também a razão de ser da
dificuldade ou da impossibilidade de levar a
cabo as reformas úteis e necessárias”.
Para um conhecimento mais profundo dos caminhos
que o sistema de ensino português deveria
percorrer, vale
a pena ler a apresentação
Autonomia da Escola: A Experiência das Charter
Schools na América
proferida por
Charles
Glenn na conferência com o mesmo nome do
passado dia 15 de Fevereiro, na Fundação
Calouste Gulbenkian, no âmbito do Ciclo
“Reformas Educativas de Sucesso” que o
Fórum
para a Liberdade de Educação está a
promover. Dificilmente este contributo do
Fórum
para a reflexão serena e construtiva acerca das
alternativas que se colocam ao nosso sistema de
ensino português poderia vir em melhor altura,
tanto mais que o modelo de escola apresentado
integra plenamente o conceito de serviço público
de educação e responde em absoluto às exigências
que se repetem de maior autonomia para as
escolas.
Finalmente,
vale a pena ler
a
Carta convite da
Direcção do Fórum. Esta carta é dirigida a todos
os que consideram que compreendem porque é que
o Estado tem a obrigação de ser o garante da
qualidade do ensino
para todos sem excepção e porque é
que essa garantia só será efectiva se as
escolas tiverem
autonomia pedagógica, administrativa e
financeira e existir liberdade de escolha da
escola pelas famílias.
Se esse é o seu caso, “ser
associado do Fórum,
é o convite que lhe fazemos. É um apelo
que lhe fazemos”. Não hesite, esperamos por si
em
www.liberdade-educacao.org.
Fórum para a Liberdade de Educação
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"Aos pais pertence a prioridade do direito de
escolher o género de educação a dar aos filhos"
Art.º 26º da Declaração Universal dos Direitos
do Homem
“Aqueles que possuem menos recursos na sociedade
nunca terão acesso garantido a uma educação de
qualidade se o sistema educativo não tiver como
princípio organizativo a liberdade de educação e
a igualdade de oportunidades no acesso a essa
liberdade de escolha. Não há liberdade sem
concorrência; não há concorrência sem liberdade"