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Público - 18 Mai 04
Alguns Resultados
Na sua
opinião, qual das seguintes formas de convivência lhe parece melhor
para um casal estável?
Depende das
pessoas 41 por cento
Casar pela
igreja 32 por cento
Viver juntos
algum tempo e só depois casar pela igreja 14 por cento
Casar pelo
civil 4 por cento
Viver juntos
algum tempo e só depois casar pelo civil 4 por cento
Viver juntos
sem estar casados 4 por cento
Não sabe/Não
responde 2 por cento
Na sua opinião, um casal viver junto sem casar é...
Uma decisão
pessoal plenamente aceitável 78 por cento
Um
comportamento moralmente reprovável 16 por cento
Não sabe/Não
responde 6 por cento
Nos
últimos anos houve uma diminuição do número médio de filhos por
casal. Na sua opinião, qual a principal razão que faz com que alguns
casais não tenham filhos ou não tenham tantos quantos gostariam?
Falta de meios
económicos 63 por cento
Falta de apoio
às mulheres que trabalham 10 por cento
Casamentos
cada vez mais tardios 7 por cento
Os filhos
tiram liberdade aos pais 6 por cento
Outra razão 9
por cento
Não sabe/Não
responde 5 por cento
Das
seguintes medidas, qual acha que poderia ser mais eficaz para
aumentar a natalidade?
Dar subsídios
às famílias numerosas 26 por cento
Promover o
trabalho parcial das mulheres com filhos 24 por cento
Dar maiores
deduções nos impostos a quem tem mais filhos 11 por cento
Melhorar a
rede pública de infantários 11 por cento
Aumentar a
duração das licenças de maternidade e paternidade 9 por cento
Outra 11 por
cento
Não sabe/Não
responde 8 por cento
"Quando
um casal não consegue resolver os seus problemas conjugais, a melhor
solução acaba por ser o divórcio"
Tende a
concordar 64 por cento
Tende a
discordar 31 por cento
Não sabe/Não
responde 5 por cento
Ficha técnica:
Esta sondagem
foi realizada pelo Centro de Estudos e Sondagens de Opinião da
Universidade Católica para a RTP nos dias 14 e 15 de Maio de 2004. O
universo alvo é a população com 18 ou mais anos residente em
Portugal Continental em alojamentos com telefone fixo. Os números de
telefone foram seleccionados aleatoriamente das listas telefónicas
nacionais e em cada domicílio foi seleccionada a pessoa que tivesse
tido o seu aniversário há menos tempo. Foram obtidos 697 inquéritos
válidos, 52 por cento deles a indivíduos do sexo feminino, e a taxa
de resposta foi de 60 por cento. Todos os resultados apresentados
resultam de uma ponderação dos resultados brutos tendo em conta a
distribuição da população portuguesa por sexo e escalão etário no
continente segundo dos dados do Censos 2001. A margem de erro máxima
da amostra é de 3,7 por cento, com um nível de confiança de 95 por
cento.
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