Realiza-se,
entre os próximos dias 8 e 10 de Maio, a Conferência Mundial sobre a
Criança.
Trata-se de um evento importantíssimo para todos os que, tal como a
APFN, se batem pelos Direitos da Criança.
Muito se avançou no último século, mas ainda muito está por ser
conquistado!
Com efeito, passou-se de quase zero, para algo muito diferente de zero.
Mas ainda falta MUITO, no Mundo e em Portugal, pelo que a APFN apela
aos representantes nacionais para serem intransigentes defensores dos
Direitos das Crianças não só nessa tribuna, como, também, e sobretudo, em
Portugal, batendo-se, nomeadamente:
1 - Pelo Direito à Vida e à sua identidade
É necessário que o Direito à Vida seja consagrado, sem quaisquer "mas"
nem reservas:
- direito a nascer, tal como é, sem que quaisquer das suas
características possam ser objecto de qualquer manipulação por parte de
quem quer que seja, e qualquer que seja o motivo invocado ;
- direito a que lhe sejam criadas e garantidas as condições mínimas de
subsistência, que, no mínimo (como condições mínimas de subsistência que
são), deverão estar isentas de impostos ou de quaisquer outras taxas.
2 - Direito à educação
- direito a ser educado de acordo com a cultura da sua família, que
deverá ter também a liberdade de escolher, em liberdade, sem
constrangimentos políticos, sociais, religiosos ou económicos, o
estabelecimento de ensino que achar mais adequado ao projecto educativo
que deseja para os seus filhos;
3 - Direito à saúde
Direito a receber os cuidados médicos necessários à sua condição
humana.
Finalmente, a APFN espera que seja consagrado o grande princípio a ser
atingido no Mundo, que é o de criar "Um Mundo para a Criança" e que "Um
Mundo para a Criança é um Mundo para a Família", em total oposição à
desastrosa e irresponsável política anti-natalidade, anti-criança e
anti-família que o mundo ocidental, onde Portugal está bem incluído, tem
vindo a seguir no pós-guerra, com os desastrosos resultados que estão,
agora, bem à vista de todos.
APFN - Associação Portuguesa de Famílias Numerosas